Poucos brasileiros conhecem Carlo Ancelotti tão bem quanto Kaká. Foi pelas mãos do italiano que o meia revelado no São Paulo virou o melhor jogador do mundo e viveu os melhores momentos de sua carreira. O tempo passou, Kaká não está mais em campo, mas Ancelotti é quem dirige o Brasil na Copa do Mundo. Sua presença é um motivo para o agora ex-jogador acreditar que a Seleção Brasileira pode, sim, ir longe no torneio de 2026.

Em entrevista exclusiva à ESPN em Nova York, Kaká admitiu que a estreia brasileira na Copa não foi boa, mas não se mostrou desanimado com o futuro na competição.
“Não foi um bom jogo, mas acho que tem alguns motivos: nervosismo da estreia, Marrocos ser uma excelente seleção. Acredito que a gente tenha um excelente técnico, que vai achar soluções para esses desafios”, afirmou o ex-meia, hoje com 44 anos.
“Ancelotti tem muita bagagem em momentos de pressão e de dificuldade, quando precisa achar uma solução. Por isso acho que ele vai encontrar”.
Kaká mostrou otimismo de que o Brasil chegará longe na Copa, embora não coloque a Seleção entre as favoritas ao título de 2026. Para ele, duas candidatas aparecem acima.

“Meus favoritos são Espanha e França. A França pelo tempo que jogam juntos, fez duas finais de Copa, tem individualidades e um coletivo forte. E a Espanha pelo talento que tem, a forma que joga, uma estrela como o Lamine Yamal”.
Para acreditar em um Brasil que vai longe, Kaká tem até um exemplo pronto: justamente a última campeã mundial.
“Ninguém ganha uma Copa no primeiro jogo. A gente tem um exemplo da Argentina, que perdeu na estreia e foi campeã. É um jogo mais tenso, mas vai dar tempo de corrigir.”
Créditos: ESPN.



